Primeiras impressões na Europa - Voo para Genébra

postado em , por Michelly de Jesus Teixeira, Nenhum Comentário

Oi oi! 
Tô aqui toda animada pra contar como foram meus primeiros dias aqui em St Genis/Genebra. São muitas coisas novas! Vou começar contando como o voo pra cá.
Eu antes de ir pro aeroporto, dando tchau pro apê 204. 
Lá no aeroporto do Rio, fui acompanhada de pessoas muito queridas: 
No avião, os atendentes da Air France foram todos muito simpáticos, consegui me comunicar com eles em Francês sem problemas (mas me senti uma analfabeta em Francês). Eu escolhi sentar na janela, e era um Boeing 777, daquele grandão com 3 filas de assentos.

 Minha ideia de sentar na janela era poder observar bem as coisas lá fora, mas em alguns momentos isso foi desconfortável porque eu fiquei bem enjoada durante o voo e esse não era um local que desse pra sair com facilidade. Do meu lado vieram 2 franceses bem caladões. O primeiro voo até Paris foi de 10h e pouco, eu contei cada minuto da viagem, porque estava com um medão de passar mal no avião. Consegui dormir um pouco, e vi umas partes de uns filminhos conhecidos: Moana e Avatar, claro. Chorei vendo Moana? Claro.
A comida do avião era boa, parecia. Mas não consegui aproveitar quase nada do jantar, por causa do enjoo. Me lembrei da minha tia Beth que não podia sentir cheiros fortes na gravidez, deve ser a mesma sensação que tive no voo. Apesar disso, no café da manhã eu já estava mais fortinha e consegui aproveitar melhor. Comi a melancia mais docinha da vida, me deixou muito feliz. Também tinha um iogurte suíço, do jeitinho que a Gabi falou: sem doce nenhum. Joguei meu pacotinho de açúcar nele e problema resolvido. 
Amanhecendo na Europa, hm, chique. 
Chegando em Paris, eu tive as instruções de não parar pra olhar lojas e achar logo o meu terminal porque o aeroporto era muito grande e eu poderia me atrasar e perder o meu voo. Segui as instruções e logo achei o meu portão de embarque. O aeroporto é de fato, gigantão. Não perde pro Galeão que me fez andar 30 min pra chegar no portão de embarque lá no Brasil. Tive que passar pela segurança novamente (segurança mais reforçada que no Brasil sim, daquela que tem que tirar o sapato e cada anelzinho...) e pela checagem de passaporte, que foi super tranquila. Só conferiram o meu visto, carimbaram e ok, segui em frente. Achei meu portão de embarque e daí aconteceram 2 coisas simultâneas: calor demais e muito sono. Tirei os casacos que estava usando e fiquei aguardando o voo pra Genébra. Esse segundo voo foi legalzinho, porque não senti praticamente. Dormi o voo todo, só acordei na hora do lanchinho e conheci esse bolinho delicioso que chama Madeleine que já amo 💓
Madeleine, o docinho estufadinho que você respeita.
Cheguei na Suíça e fui seguindo as placas pra achar as esteiras de mala. Achei, aguardei, e peguei minhas malas. Pra pegar o carrinho, tem que colocar uma moedinha de 2chf, ou 2eu pra liberar o carrinho. O legal é que dá pra recuperar a moedinha quando devolve o carrinho :) Eu ainda não tinha moedas, então fui lá perguntar no Free Shop e o moço me falou que tinha uma máquina trocadora de dinheiro lá perto dos carrinhos, daí fui lá e consegui moedas. Peguei minhas malas, e foi bom ter colocado o plástico filme nelas (Fiz em casa mesmo, diy). Antes de sair do desembarque, também peguei meu ticket de vale transporte e fui encontrar as pessoas. 
Carol estava lá me esperando, e ela demorou a me reconhecer, hehe. Depois conheci o Bruno e o Leandro, que só conhecia por emails. Almoçamos no McDonalds do aeroporto mesmo e também já descobri outras coisas: 
- dá pra pagar com euros na Suíça, mas a conversão do valor não é nada vantajosa;
- o pedido no Mc lá era feito diretamente numas telas touch e a gente vai no balcão só pegar o pedido e pegar se for no dinheiro, ainda não vi isso no Brasil.
- Fanta tem gosto diferente, tem gosto de suco de laranja com gás (sabe um suco de laranja concentrado daqueles de caixa?), mas não o gosto de Fanta do Brasil. 
Outra coisa que observei na viagem: a Europa tem mais áreas verdes do que eu imaginava. 
Depois continuo contando como foi minha chegada no CERN. Beijos! 

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